terça-feira, 22 de março de 2011

Crise de risos de Amélie

Por mais que algum dia da vida eu possa chegar chateado em casa, vivenciar experiências como a do vídeo abaixo com minha filhota faz com que a vida tenha um significado impossível de descrever em palavras.

Não consigo assistir o vídeo sem me sentir o homem mais feliz e abençoado do mundo!

Te amo Amélie!

sábado, 12 de março de 2011

Licença

Oi Amélie!

Deixa eu pedir uma licença pra você. Sei que esse blog é dedicado a você, mas vou fazer um post para outra pessoa. Tenho certeza de que não ficará chateada comigo, pois é alguém que você ama demais: sua mãinha.
Hoje, dia 12 de março, seus pais completam sete anos de casados. Então, deixa eu escrever pra ela um bocadinho aqui.

Karol, hoje abro um espacinho em meio aos posts dedicados a nossa filhotinha e as experiências que ela tem proporcionado. Quero te dizer que viver ao seu lado é uma bênção tamanha que é indefinível em cartas, recados, bilhetinhos, falas, enfim...
Viver com você, ser seu marido é uma experiência tão fantástica, que me alimenta um desejo imenso de te dizer tudo de mais bonito que eu puder.
Mas nem sempre eu preciso dizer tudo que desejo. Às vezes escolho - e escolherei - ficar juntinho de você, te paquerando, te admirando, te sentindo junto a mim e confirmando, com isso, minha condição especial: o homem mais feliz do mundo.
Então hoje, quando comemoramos mais um ano como marido e mulher, minha escolha é por palavras simples, repetidas, mas ditas com uma sinceridade maior do que já fui capaz de exprimir: Eu te amo muito, de verdade e para sempre!
Agora, minha escolha é: sair do computador e ir pro quarto ficar bem agarradinho com você enquanto admiramos e curtimos nosso melhor presente: Amélie.
Te amo Karol! Demais!


Amélie, obrigado pelo espacinho! Te amo!

domingo, 6 de março de 2011

Palavras para Amélie

É, minha filha. Entrando agora no blog percebi que ainda não escrevi pra você esse ano. Seu painho anda relapso nisso.

Não foi por falta de assunto. Na verdade, aconteceu tanta coisa que até me desorganizei no que falar. Você vivenciou várias “primeiras coisas”. A primeira viagem de avião, o primeiro passeio de ônibus, primeira doença... nada sério, mas nos deixou agoniados. Eu e mãinha ficamos doidinhos.

Agora quando escrevo, com você no alto de seus nove meses, também estão acontecendo algumas “primeiras coisas”: seu dentinho tá apontando. Uma coisinha de nada, que é difícil até de ver, mas corta que é uma beleza. O peito de sua mãe sabe bem disso. Você também, afinal de contas um dia desses foi comer um biscoito e lascou uma dentada em seu dedinho. Pela sua cara séria e biquinho, acho que doeu.

Você está aprendendo a bater palmas. Fica uma coisinha linda de ver.

Você aprendeu a dar tchau. É demais ver você com essa carinha toda séria, balançando a mãozinha. Não dá pra explicar. Digo só que fico com os olhos cheios d´água toda vez que vejo, todo orgulhoso ao ver que minha menininha tá crescendo.

Por que estou escrevendo hoje? Me inspirei ao me dar conta de que hoje vou dormir feliz da vida. Feliz por você ter me chamegado tanto, pedindo meu colo várias vezes, dado as risadas mais lindas do jeito que só você sabe dar. Painho tá feliz da vida por ter você, ter sua mãe, ter nossa família. E quero a cada dia cuidar bem de vocês. Quero que você sempre saiba o quanto é amada, o quanto é querida, desejada, dengada e todos os bons sentimentos que podem ser definidos em palavras – e os que não podem também.

Não sei quando você vai ler isso, mas quero que você saiba que eu te amo demais. Te amo com um amor que eu não teria condições de imaginar antes de ter você, minha filha. Por ter você, minha vida tem outra razão, outros significados. Todos imensamente melhores, felizes, completos.
Te amo filha. Te amo demais.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Esconde-esconde nos 7 meses

No dia em que completou 7 meses, uma brincadeirinha pra curtir essa risada gostosa!
Te amo, negócio!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Amélie e o limão

Primeiro o vídeo:



Depois, a consequência:


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Bebê (des-) conforto

Bom, todos estão por dentro da lei recente que exige o uso de cadeirinhas para bebês em automóveis. Mas, deixa eu relatar por aqui um caso bem específico: o de Amélie.

Antes de falar qualquer coisa, deixa eu começar com uma imagem bem esclarecedora, se o leitor observar a cara "satisfeita" de Amélie em seu bebê "conforto":

O mal da humanidade é a ignorância. Pois quando eu e Karol escolhemos esse bebê conforto para Amélie estavamos crentes e rentes que oferecíamos a melhor opção diante daquilo que nosso poderio financeiro alcançava. Ela reclamava um bocado, mas é aquele negócio: "essas cadeirinhas devem ser desconfortáveis mesmo!". E "melhor ela chorar assim do que chorarmos por um acidente".
E assim foram vários passeios e viagens de muito choro, lágrimas e só não teve ranger de dentes porque os de Amélie ainda não nasceram.
Até que um belo dia eu e Karol encontramos Tarcísio, amigo, vizinho e colega de UFAL, no supermercado e pegamos uma carona com ele. Karol ficou admirada com o bebê conforto instalado no banco de trás. Nada excessivamente luxuoso, mas um absurdo de vezes mais confortável do que a cadeira de tortura medieval na qual Amélie percorreu pouco mais de 3 mil quilometros nos últimos meses.
De coração partido pelo tanto que nosso negocinho sofreu nos últimos meses, fomos atrás de um modelo semelhante. Viajamos para Aracaju, semana passada, certos de que seriam os últimos momentos daquela cadeirinha. Logo nos primeiros quilometros, numa curva mais fechada, enquanto dormia, Amélie bateu a cabeça na lateral da cadeira e desandou a chorar. Foram cerca de 200 km de incômodo para ela e preocupação para nós.
Em Aracaju rodamos por algumas lojas até que nos indicaram a loja Magic Baby, no bairro Jardins. Fomos absurdamente bem atendidos e tivemos a felicidade de encontrar um modelo que havíamos visto na internet e gostado muito. E o melhor: mais barato do que na internet e sem ter que esperar 20 dias úteis (!) para que fosse entregue em Delmiro Gouveia.
O resultado? Amélie cochilou em Aracaju e só acordou em Canindé do São Francisco, descansada depois de um cochilo de 220 km ininterruptos. Pela primeira vez , desde que ela nasceu, não precisamos fazer paradas pela estrada.
E, como comecei o post com uma imagem, encerro com outra, para que todos comparem a primeira foto com a expressão da usuária satisfeita abaixo:Para os curiosos:
O antigo bebê (des-) conforto é da Galzerano.
E o novo, é o Touring Imperia, da Burigotto.


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Meio ano!

Hoje minha filha faz seis meses. Não sei de nenhum simbolismo padronizado, talvez seja mais um "mêsversário" apenas...



Mas pra mim é diferente. Me senti impelido a escrever algo por aqui. Há seis meses virei pai, há seis meses virei o pai de Amélie.

Mudou alguma coisa? Sim. Tudo. Tudo mudou pra melhor. Estar há meio ano tendo a chance de apreciar a bênção que Deus mandou em forma de um bebezinho lindo pra mim e pra Karol tomarmos conta é indescritível. De uns tempos pra cá então... está maravilhoso! Ver a alegria dela ao chegarmos, ver o desenvolvimento dela. Perceber de como já articula um monte de fonemas, de como rola pela cama, de como a cada dia surge uma expressão nova naquela carinha... não dá para colocar em palavras.

Hoje, no dia em que ela fez seis meses, aconteceu uma coisa pra mim bem marcante. Eu e Karol deixamos Amélie com vovó e fomos ao mercado. Enquanto nos afastávamos de casa, olhamos pra ela e vimos o bico de choro contido nela. A carinho chorosa angustiada ao nos ver saindo sem ela. Foi tocante demais ver que ela nos quer de junto dela, que nos ama. Por essas e outras coisas, por outras milhares de pequenas coisas, que acordo todos os dias e agradeço durante todo o dia a Deus por me proporcionar tamanha maravilha, por me permitir ter uma família tão abençoada, tão perfeita do modo que apenas o Senhor tem a capacidade de proporcionar. Obrigado sempre, meu Deus querido!

E você, minha filha, razão maior da felicidade plena que seu pai sente, te digo hoje nos seus seis meses: Te amo. Te amo muito. Obrigado por me ensinar o que é um amor tão intenso, que é muito maior do que tudo que eu teria a capacidade de imaginar. Te amo!