quarta-feira, 15 de setembro de 2010

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

3.047 km


O pequeno número acima representa a quilometragem que Amélie rodará de carro nos próximos 35 dias.
É isso. Também me surpreendi com a conta. Resumidamente o trajeto: Delmiro Gouveia - Maceió - Recife - Delmiro Gouveia - Aracaju - Delmiro Gouveia - Ilhéus - Delmiro Gouveia. Resumindo mais ainda: chão pra caramba!
Tudo bem que a pequenininha tá acostumada a estrada, pois nasceu em Maceió e já veio pra Delmiro assim que nasceu, mas é evidente que tal viagem não será feita toda de uma vez. Serão pequenos trechos que variam entre 260 km até pouco mais de 500 km, feitos com vários dias de alternância. Mas, de todo modo, é uma empreitada e tanto que exige certo planejamento.
Muitos quilômetros rodados significam muitos dias fora de casa. Portanto toda a bagagem de roupas, fraldas descartáveis, fraldas de pano, etc, etc. tem de ser pensados, bem organizados e calculados com sobra - muita sobra. Estando fora de casa nunca se sabe qual será a alternativa possível, então muito melhor previnir.
Outra coisa: viagem feita sem absolutamente nenhuma pressa. Se o trecho é feito normalmente em três horas, se programe para fazer em cinco. Querer que um bebê fique amarrado no bebê conforto por horas a fio sem reclamar é, no mínimo, crueldade. Portanto programe sua viagem para ser feita com diversas paradas estratégicas. Mamadas, fraldas e, também, uma esticada nas pernas devem ser levadas em consideração. O que tenho feito também é escolher os caminhos que ofereçam mais alternativas de parada - nisso tá valendo posto de gasolina, praça, posto da polícia rodoviária federal, etc.
Falando em bebê conforto, esse é outro ponto fundamental. Independente de qualquer lei, Amélie não roda no carro sem estar devidamente amarradinha no equipamento. Depois que soube de um acidente simples no interior de São Paulo onde um bebê acabou arremessado pela janela, me recuso terminantemente a "pagar pra ver". Se alguém estudou pra desenvolver aquele negócio, ele deve ser usado.
No mais... é curtir a estrada, as paisagens e aproveitar um ótimo tempinho fora de casa!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Banho


Uma coisa que apavora muitos pais novatos é o tal do banho. Pegar a criança toda molenga, a sustentar numa banheira molhada e escorregadia e ainda limpá-la adequadamente preocupa muita gente.

Bom, essa semana dei um banho em Amélie. Tudo bem que ela já tem 3 meses, está consideravelmente durinha e adora tomar banho, mas foi uma experiência super tranquila e agradável.

Tarefa geralmente atribuída às mães - ou às avós - dar banho é uma experiência muito bacana. Sugiro sinceramente que todos os pais experimentassem. É um contato bem bacana, seu filhotinho (a) vai se sentir bem próximo de você e reforçará sua sensação de responsabilidade por aquele negocinho pequeno.

Amélie no banho é um barato. Adora entrar e ficar na banheira. Pode virá-la de barriga pra cima ou para baixo, pode esfregá-la, puxar perna pra um lado, braço para outro, ensaboar, enxaguar e tudo mais... fica numa carinha de satisfação evidente. Agora... tire da água pra você ver o escândalo. É um berreiro. Quem ouve de longe pensa que derrubaram a menina. Aí, disso vem o meu orgulho. Do escândalo? Pergunta você. Não. Respondo eu.

Meu orgulho foi que, após o banho que dei, enquanto a enxugava, fui retribuído com uma porção de sorrisos e gargalhadas em meio a pequena farra que fazia com ela enxugando cada uma das - muitas - dobrinhas.

Aí, de novo, fico todo cheio....

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Tomando chá

As duas postagens de hoje remetem a o que é ser pai de menina. Aqui, uma historinha encontrada na internet, abaixo, um vídeo.

Um dia minha mãe saiu e deixou meu pai tomando conta de mim.

Eu tinha uns dois anos e meio. Alguém tinha me dado um “jogo de chá” de presente e era um dos meus brinquedos favoritos.

Papai estava na sala vendo o Jornal Nacional, quando eu trouxe para ele uma “xícara de chá”, que na realidade era apenas água. Após várias xícaras de chá, onde recebia elogios entusiasmados do papai a cada xícara servida, minha mãe chegou.


Meu pai fez ela se sentar na sala, para me ver trazendo a ele uma xícara de chá, porque era “a coisa mais fofa do mundo!”. Minha mãe esperou, e então, vinha eu pelo corredor com uma xícara de chá para o papai e ela viu ele beber todo o chá.


Então ela disse (apenas uma mãe saberia);


“Passou pela sua mente que o único lugar que ela alcança água é na privada?”


Os pais não pensam igual às mães.....

Pai de menina

Ser pai de menina tem lá suas aventuras...

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Peso... cada vez mais pesado

Lembram do post do dia 10 de julho? Dos 4.950 kg de Amélie?

Pois é... mais uma visita a pediatra... 6.280 kg!

Esses negocinhos crescem intensamente!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Eu e ela!

Eu e Amélie em nosso primeiro dia dos pais!